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Dia Internacional da Mulher é celebrado em Tramandaí

Dia Internacional da Mulher é celebrado em Tramandaí

Na sexta-feira (8 de março) a parceria entre os Poderes Executivo, Legislativo e diversos órgãos e entidades locais realizaram uma  importante ação comunitária, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher. As atividades foram realizadas no bairro da Portelinha, na Zona Sul de Tramandaí e oportunizou a prestação de diversos serviços para as mulheres, bem como, atividades lúdicas para adultos e crianças que participaram da programação especialmente preparada, em homenagem a esta data tão significativa. 
As festividades começaram às 9h e se estenderam até o final da tarde, incluindo palestras com profissionais de áreas pertinentes às mulheres, apresentação de dança do CTG Potreiro Grande, participação do Canil Municipal, com vacinação dos animais, presença do Clube de Mães Sol e Mar que fez Brechó com doação de roupas, calçados e acessórios, sorteio de brindes por parte da Liga Feminina de Combate ao Câncer, realização de oficinas na Cia da Arte (mais de 200 peças concluídas por crianças e adultos), Escola de Trânsito, prestação de serviços pela Unidade Móvel da Secretaria de Desenvolvimento e Assistência Social,  Secretaria da Saúde e SMIC. Destaque especial para o SESC, SENAC, OAB Tramandaí, Consulado do Grêmio, COMDIM – Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, Associação de Professores Aposentados, Corsan, Brigada Militar, Polícia Civil e da Procuradoria Especial da Mulher, do Legislativo Municipal que esteve representada pela presidente e vereadora, Mana Padilha e assessores, que fizeram a distribuição de cartilha da Lei Maria da Penha – impressa na Casa Legislativa.
A vereadora Mana Padilha destaca a importância da mulher no contexto social, salientando que as mulheres precisam estar na linha de frente, nos cargos de poder e de tomadas de decisão. “Somos a maior parte da população brasileira, temos mais escolaridade do que os homens, somos o alicerce das famílias, temos uma força tremenda no mercado de trabalho e ainda assim, não somos devidamente valorizadas. Que esta data sirva para trazer à reflexão o nosso valor na sociedade e também, para que não aceitemos nada menos do que respeito em todas as situações. Nossa luta não é para sermos melhores ou mais importantes do que os homens, queremos apenas o direito a igualdade, independente do segmento em questão, porque sabemos do nosso valor, mesmo que o machismo e o preconceito ainda sejam muito fortes – seguiremos firmes na luta”, salienta Mana.