Quarta, 01 Junho 2016 14:41

Mulher não gosta de homem ‘frouxo’

 

Minha gente, de tanto ouvir relatos, constatar fatos e até por experiência própria me atrevo a dizer que a mulherada não gosta nada nada de homem muito babãozinho, fácil de manipular e que não se faça respeitar, ou seja, mulher definitivamente não gosta de homem ‘frouxo’. Então hoje o papo é com eles, mas elas também devem ler, pra ver se eu não estou looooooooka de pedra. Vai que a tal de ‘herpes zostes’ que me nocauteou atingiu o meu cérebro?! Kkkkkk. Tah, agora é sério... Meninos, vamos ao mais importante, na minha modesta opinião (que fique claro), sobre o que vocês precisam ter e saber para que um relacionamento com uma mulher dê certo – é o RESPEITO aliado a CONFIANÇA. As mulheres precisam respeitar os homens, pois sem isto esqueça qualquer possibilidade de um relacionamento dar certo. E aí entra aquela história que mulher só se apaixona por ‘cafas’ (os cafajestes são muito seguros e menos gosmentos), o que é um ledo engano, mas quando o cara é nhem nhem nhem demais não rola mesmo, pois a mulher ‘joga’ com estas fraquezas do homem quando sente que ele está muito ‘xonadão’ e aí não o respeita o suficiente para vê-lo como um ‘macho’ (agora arrepiei), pois esta palavra tem poder... Ai que delícia! Mas voltando ao assunto, saibam meninos, que mulheres que não respeitam os homens com quem se envolvem, não sentem sequer desejo sexual por ele e tampouco, um dia irá amá-lo de verdade. Tah Mana, mas o que fazer para ter o respeito de uma mulher? (perguntam os guris). Aí eu lhes digo: se você ‘está em um relacionamento sério’ com uma mulher é preciso que ela te admire por seu caráter, personalidade, sensibilidade (não exagerada) e talentos (todo tipo, veja bem) para que possa respeitá-lo e, por consequência, amá-lo de rodo coração. Nunca se esqueça que se ela perder o respeito por você, acabou o romance meu querido e eu sugiro que abandones o quanto antes, porque senão, ela mesma o fará. A mulherada inteligente sabe bem o que quer, e se o homem não lhe supre as expectativas, ela pode chegar às raias da crueldade (não digam que não, heim meninas), porque quando nós queremos somos bem ‘marvadinhas’, enfim. É óbvio que as mulheres gostam de homens educados, gentis e respeitadores, mas aqueles que se atreverem a dar a ‘cara a tapas’, certamente será esbofeteado (nunca fique indefeso emocionalmente). Outra dica importante para um homem é que ele mantenha sua honra e virilidade, pois é através delas que o homem mantém o seu orgulho masculino e, consequentemente, é respeitado pela mulher. Agora, só pra encerrar vamos falar um pouco sobre a confiança. Se você é homem e está ‘em um relacionamento sério’ com uma mulher na qual não confia 100%, acabe com este ‘rolo’ agora mesmo, antes que você fique maluco por passar os dias pensando no que ela pode estar fazendo, com quem está conversando, etc. e tal. A fórmula é simples: Homem ciumento: homem inseguro: homem frouxo (fraco) e mulher não suporta fraqueza masculina, pois aí passa a não respeitá-lo e a parceria é certa. A mulher entra com o pé e o homem com a b... Prontofalei. Perceberam como o respeito e a confiança estão diretamente ligados? Então fiquem ligados vocês também meus queridos, e se façam respeitar por seus méritos e nunca, jamais confunda virilidade com violência. Que sejamos todos muito felizes sempre! Bjks, sorrisão no rosto, força na peruca e vamu que vamu, porque carro parado não pega carreto. 

Publicado em Coluna da Mana Padilha

 

Armas e drogas fazem parte da maioria dos eventos

 

O que ‘nasceu’ como um motivo para reunir os amigos em um ambiente descontraído acabou se tornando em uma das maiores causas de homicídios na região. As chamadas ‘Festas Sociais’ são organizadas pela internet através do Facebook, no local não há regularização ou fiscalização, por isso, o consumo de drogas e uso de armas costuma ser algo normal, essa perigosa combinação tem causado tragédias que destroem famílias.

“Temos o uso de drogas, de armas nesses locais, já tivemos nos últimos meses três homicídios nessas festas, além de crimes menores, é preciso que haja regulamentação”

As ‘Festas Sociais’ são diferentes das reuniões de amigos que costumavam acontecer nas casas dos adolescentes. Nessa nova modalidade de festa, pessoas desconhecidas são convidadas através de eventos públicos na Rede Social Facebook para ir até uma casa. No local, é cobrado algum tipo de ingresso que difere em cada oportunidade, geralmente as pessoas levam comida, bebida, ou dinheiro. Não há fiscalização para saber se há consumo de drogas ilícitas ou de álcool por menores, não existe nenhuma precaução para saber se as pessoas estão entrando armadas e também não há nenhum controle sobre o número de convidados. A mistura drogas e armas tem sido fatal.

“O ideal seria que ninguém fosse nessas festas, mas as pessoas continuam freqüentando, então é preciso que haja alguma fiscalização da Prefeitura e dos Bombeiros, pois é cobrado algum tipo de ingresso para os freqüentadores”

O Jornal Dimensão mostrou essa realidade em dezembro do ano passado. Na oportunidade, haviam acontecido três homicídios de setembro a dezembro nesse tipo de festa. No verão, com a diversidade de opção de divertimento as ‘Sociais’ tiveram uma significativa queda, no entanto, com o final da temporada voltaram a acontecer e somente nesse outono já houve três crimes graves envolvendo os eventos.

De acordo com o delegado, Paulo Perez, esse tipo de festa precisa de algum tipo de controle do poder público e fiscalização. “Temos o uso de drogas, de armas nesses locais, já tivemos nos últimos meses três homicídios nessas festas, além de crimes menores, é preciso que haja regulamentação”, diz.

O delegado aconselha as pessoas a não freqüentarem esse ambiente, pois não há segurança. “O ideal seria que ninguém fosse nessas festas, mas as pessoas continuam freqüentando, então é preciso que haja alguma fiscalização da Prefeitura e dos Bombeiros, pois é cobrado algum tipo de ingresso para os freqüentadores”, diz Perez.

Somente na semana passada, houve dois crimes graves envolvendo ‘festa sociais’, um jovem de treze anos foi atingido por um tiro na cabeça em um evento e está em coma. O resultado de uma briga em uma ‘social’ também acabou com a vida de um pai de família que estava em casa dormindo, mas teve a casa invadida por freqüentadores da festa e acabou sendo espancado até a morte.

O delegado ressalta ainda que as ‘sociais’ não têm um local específico para acontecer, sendo realizadas em diferentes bairros da cidade, e entre os freqüentadores há, inclusive, foragidos da justiça. 

Publicado em Tramandaí

 

A Feira realizada pelo Departamento de Bem-estar Animal, da secretaria municipal do Meio Ambiente em parceria com o Departamento de Vigilância Sanitária,  acontecerá nesta sexta-feira (20) das 14h às 16h30, na Praça Leonel Pereira no centro de Tramandaí. Em caso de chuva a feira será cancelada.

Todos os cachorros disponíveis para adoção são desverminados, e os de mais de 6 meses são castrados. Adote e faça a diferença na vida dos animais.

Para mais informações ligue para o número do Departamento de Bem-estar Animal da secretaria municipal do Meio Ambiente (51) 3684.9034. 

 

Publicado em Tramandaí

Lixo nas ruas é a principal causa desse problema

 

A Av. Tristão Monteiro esquina com a Av. Flores da Cunha apresenta acúmulo de água parada que demora cerca de uma semana para escoar sempre que chove. Os moradores das proximidades gostariam que a situação fosse resolvida, pois o alagamento além de atrapalhar a vida da comunidade ainda exala um odor desagradável.

“Estou cansada dessa situação toda a vez que chove fica tudo alagado, acho que os nossos administradores deveriam olhar mais pela cidade para ver os seus problemas, como este aqui. Pago meus impostos, gostaria de poder andar em uma rua sem alagamentos que demoram dias para secar”

Na Av. Tristão Monteiro sempre há grande fluxo de veículos e pedestres, pois há pontos comerciais nas proximidades e é um local onde há a presença forte de moradores. Toda a vez que chove a água parada fica acumulada próximo ao meio-via da via pública o que incomoda a comunidade. Como relata a moradora Tânia Ferreira de Souza, que reside há cinco anos em Tramandaí. “Estou cansada dessa situação toda a vez que chove fica tudo alagado, acho que os nossos administradores deveriam olhar mais pela cidade para ver os seus problemas, como este aqui. Pago meus impostos, gostaria de poder andar em uma rua sem alagamentos que demoram dias para secar”, diz.

O motorista Pedro José da Rosa passa constantemente pela rua Tristão Monteiro e ele também se incomoda com essa situação. “Acho um absurdo ficar esse acúmulo de água constante por aqui, também sempre tem lixo no passeio público, falta um pouco mais de cuidado com Tramandaí”, pensa.

“Tramandaí é uma cidade muito plana qualquer obstáculo dificulta a passagem da água causando os alagamentos, por isso, é fundamental que as pessoas coloquem o lixo no lugar certo”

O secretário de Obras e Limpeza Urbana, Antônio Rodrigues, argumenta que o lixo só vai parar no passeio público porque as pessoas o descartam em locais inadequados e diz que o acúmulo de água é proveniente desse mesmo lixo colocado na rua que represa a água, dificultando o seu escoamento. “Tramandaí é uma cidade muito plana qualquer obstáculo dificulta a passagem da água causando os alagamentos, por isso, é fundamental que as pessoas coloquem o lixo no lugar certo”, diz o secretário.

Rodrigues pede ainda que as pessoas coloquem o lixo no lugar apropriado e garante que irá desobstruir o trecho citado ainda essa semana, através de uma limpeza no local. 

Publicado em Tramandaí

 

Recolhimento de lixo não tem passado regularmente

 

A rua das Violetas esquina com a rua Begônia, localizada no Jardim Atlântico, na Zona Sul de Tramandaí está com das ruas alta e além disso o serviço de recolhimento de lixo tem passado em média uma vez por semana no local, quando na verdade deveria passar três vezes.

“Eu gosto muito de morar aqui, mas as ruas estão ‘um lixo’ a prefeitura não faz a capina a mais de um ano. Além disso, o caminhão que recolhe o lixo doméstico não tem mais passado regularmente só uma vez por semana e não tem dia certo”

Um local seguro, calmo, próximo ao mar e a estabelecimentos comerciais, assim os moradores da rua das Violetas descreveram o local onde moram, no entanto, em contrapartida as qualidades da rua, existe a sujeira que está perturbando a vida da comunidade. Como conta a moradora, Maria Terezinha Machado, que reside há 22 anos no Jardim Atlântico. “Eu gosto muito de morar aqui, mas as ruas estão ‘um lixo’ a prefeitura não faz a capina a mais de um ano. Além disso, o caminhão que recolhe o lixo doméstico não tem mais passado regularmente só uma vez por semana e não tem dia certo”, reclama.

A moradora ressalta ainda que ela e os vizinhos capinam a frente das casas e procuram manter tudo limpo, no entanto, há algumas residências em que não há moradores e nesses locais a grama cresce sem parar. “Nós fazemos a nossa parte, mas a Prefeitura precisa fazer a dela. O mato e o lixo estão tomando conta de nossas ruas”, diz.

A filha de Maria Terezinha, Vera Regina Machado, já reclamou diversas vezes para a administração municipal e até agora nada foi feito para resolver o problema. “Eles só dizem que vão resolver, que estão terminando um serviço, mas isso já é desde o ano passado e nada é feito”, diz.

“Essa sempre foi uma rua boa de morar, a prefeitura costumava limpar as ruas e o caminhão de lixo passava certinho, mas desde o ano passado deixaram de fazer a capina, e agora o recolhimento do lixo doméstico é feito no máximo uma vez por semana”

A moradora Josefa Dadda (mais conhecida como Jo), mora há 16 anos na rua das Violetas e diz que nunca viu o local tão abandonado. “Essa sempre foi uma rua boa de morar, a prefeitura costumava limpar as ruas e o caminhão de lixo passava certinho, mas desde o ano passado deixaram de fazer a capina, e agora o recolhimento do lixo doméstico é feito no máximo uma vez por semana”, relata.

O resultado da falta de recolhimento de lixo doméstico são sacos rasgados por animai de rua em busca de comida. A comunidade também tenta solucionar esse problema alimentando os cães que não possuem lar e deixando sempre um pote de água a disposição dos cachorros, mesmo assim, quando o caminhão de lixo fica muitos dias sem aparecer, a rua acaba sendo tomada pela sujeira.

De acordo com o secretário de Obras e Limpeza Urbana, Antônio Rodrigues, responsável por fazer a fiscalização no recolhimento de lixo, o serviço deveria passar três vezes por semana no bairro. O secretário se comprometeu a ligar para a empresa contratada e verificar o que está acontecendo.

Quanto a falta de capina, essa é uma responsabilidade da Secretaria da Zona Sul, que no momento está sem secretário. Em contato com o secretário de Obras e Limpeza Urbana, Antônio Rodrigues, fomos informados que o prefeito está respondendo pela pasta temporariamente, e este está em Porto Alegre. Dessa forma, a questão será resclarecida na próxima edição do Jornal Dimensão.

Publicado em Tramandaí
Sexta, 20 Maio 2016 17:44

Capina atua em Mariluz e no Centro

O serviço de capina mecanizada contratado pela Prefeitura de Imbé está atuando com duas frentes, uma na Zona Norte e outra no Centro. Conforme o prefeito Pierre Emerim, na quinta-feira (12) os trabalhos ocorreram na Avenida Mariluz (entre a Avenida Paraguassú e a RS-786), no Balneário Mariluz, e também na Rua David Canabarro, no Centro. Pierre ressalta que, o trabalho consiste na retirada do excesso de vegetação entre o meio-fio e até 1,5m em direção ao meio da via, além da pintura do meio fio e retirada do material.

Publicado em Imbé

 

O Município atingiu 89% do público alvo total da vacinação contra a gripe. Conforme dados da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), o grupo de idoso já superou a meta total, atingindo 121,84%. Ainda faltam atingir a meta de crianças com idade entre 6 meses e 5 anos, gestantes, trabalhadores da saúde e doentes crônicos.

A secretária Magda Dörr informa que a vacina é gratuita, e somente contempla os seguintes grupos, determinados pelo Ministério da Saúde: idosos a partir dos 60 anos de idade, trabalhadores da área da saúde, povos indígenas, crianças com idade entre 6 meses e 5 anos, gestantes em qualquer idade gestacional, puérperas (mulheres até 45 dias pós o parto), portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais (mediante apresentação de atestado que comprove esta condição/doença), presos e funcionários do sistema prisional.

Publicado em Imbé

 

A Subprefeitura de Mariluz está concluindo uma obra que tem como objetivo melhorar o sistema de esgoto pluvial (escoamento das águas das chuvas) na esquina da Avenida Mariluz com a rua Rolante, em Mariluz. Conforme o subprefeito Fernando Roxo, estão sendo feitas duas novas bocas de lobo e colocados mais 12 metros de canos de 30 centímetros de diâmetro. “Uma boca de lobo fica na esquina da Rua Rolante e a outra junto ao canteiro central”, explica Roxo.

Publicado em Imbé

 

Administração Municipal garante que resolverá o problema

 

A rua 1 esquina com a rua Salvador Sul, balneário Nordeste, apresenta grande concentração de água parada, mesmo após a chuva. Os moradores chegaram a colocar objetos na calçada para conseguirem passar pelo o local sem encharcarem os pés. Diversas reclamações já foram feitas pela Administração Municipal e até agora nada foi feito para resolver o problema.

“Nós temos que andar de botas de borracha, as crianças chegam a perder aulas, já faz parte da nossa rotina lidarmos com os alagamentos, isso é triste”

Toda a vez que chove os moradores da rua 1 já sabem que terão problemas por pelo menos dez dias. Sem ter um local para escoamento, a água da chuva acaba concentrada no passeio público e só seca quando o sol é forte. A moradora Tereza da Silva diz que os alagamentos fazem parte da vida da comunidade. “Nós temos que andar de botas de borracha, as crianças chegam a perder aulas, já faz parte da nossa rotina lidarmos com os alagamentos, isso é triste”.

O morador Valdir Basei mora há 15 anos no balneário Nordeste, e ele diz que já cansou de pedir providências a Administração Municipal e até agora nada foi feito de efetivo. “A rua segue alagada até secar com o sol, a água parada fica por mais de dez dias, já estou cansado de pedir e não resolverem. Pago meus impostos, ainda assim,  eu mesmo estou pensando em comprar um caminhão de saibro e por na rua”, diz o morador.

“Eu hoje moro na rua 4,mas estou construindo casa aqui na rua 1, já me livrei da piscina em Novo Hamburgo, quebrei toda por causa da dengue, eu chego aqui e tem essa ‘piscina’ de água suja em frente a minha casa, não dá para agüentar”

Basei morava em Novo Hamburgo antes de vir para Mariluz, ele conta que em sua antiga casa tinha uma piscina, e mandou destruir a estrutura para evitar o risco de proliferação do mosquito da dengue, tamanha foi a sua surpresa quando viu que em seu novo lar conviveria com a água parada quase que diariamente. “Eu hoje moro na rua 4,mas estou construindo casa aqui na rua 1, já me livrei da piscina em Novo Hamburgo, quebrei toda por causa da dengue, eu chego aqui e tem essa ‘piscina’ de água suja em frente a minha casa, não dá para agüentar”, reclama o morador.

A preocupação do morador, em relação a dengue, é relevante, no entanto, é preciso lembrar que os ovos do mosquito só nascem em água limpa, por isso, as chances são pequenas de haver proliferação nos alagamentos. Contudo, o subprefeito de Mariluz explica que a capina na rua 1 deverá ser feita até a próxima semana se o tempo colaborar o que deverá facilitar o escoamento da água. Caso a rua siga alagada outras medidas serão tomadas. “Vamos fazer a capina e ver o que vai acontecer, acredito que a água irá escoar, se o problema persistir teremos que ‘mexer’ na estrutura da rua, uma das opões é fazermos o levantamento”, explica o subprefeito. 

Publicado em Imbé

 

Além de fortalecer os laços comunitários e de solidariedade, esta é uma ação recheada de amor

 

A Casa Rosa, sede da ONG Amigas da Mama do Litoral (ABAMI) está realizando Oficina de Artesanato inserida no Projeto Anjos do Bem. As atividades ocorrem em parceria com a Secretaria Municipal da Mulher e Direitos Humanos (SEMDHI) e com a Secretaria Municipal de Saúde e contam com a participação de 15 voluntárias.

O projeto busca desenvolver a criação de anjos de pano, com trabalho delicado e manual, onde as participantes aprendem o passo a passo para a confecção das peças que posteriormente serão doadas a pacientes moradores de Imbé que estão com câncer. Além de fortalecer os laços comunitários e de solidariedade, esta é uma ação recheada de amor, carinho e energias positivas fazendo com o que essa experiência se torne útil para todas as partes envolvidas.

O Projeto Anjos do Bem iniciou em 2014 quando a artesã Mariah Rodak encontrou nas bonecas de pano uma nova razão para viver, quando, ao presentear um tio na UTI descobriu que sua missão poderia ser ainda maior. Ela ensina a fazer os anjos sendo a condição que estes sejam doados para pessoas que passam por momentos difíceis de saúde, como o câncer. 

Com esse mesmo intuito a professora Sandra Cunha, sentiu a necessidade de colocar em prática tudo o que aprendeu e a transformar também as pessoas e o lugar onde vive e ministra as aulas.

A Casa Rosa fica na Avenida Rio Grande 1120, Centro. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones 3627-8527 (SEMDHI) ou 3627-3982 (Casa Rosa).

Publicado em Imbé
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