Sexta, 02 Outubro 2015 14:09

Eu morro e não vejo tudo...

Como em todas as semanas, sentei diante deste computador pensando sobre o que escrever e, pra variar, dei aqueles segundos na cadeira olhando pra tela toda branca esperando a inspiração do dia. Passados menos de 5 minutos me veio esta frase à cabeça “Eu morro e não vejo tudo”. Aí fiquei pensando que morrer é coisa que não quero, assim como vocês também não, é claro. Mas, sobre ver tudo, devo confessar que gostaria de ser duas – sabe tipo clone, queria ter outra Mana pra largar neste mundão, só pra ficar contemplando paisagens, conversando com as pessoas, tomando um cafezinho aqui, um chimarrão ali e assim passar meus dias, sendo feliz e não tendo nenhum compromisso maior do que este, ser mega feliz por estar fazendo só o que gosto e na hora em que me dá aquela vontadinha especial. ACORDA ALICE!!! Porém, contudo, entretanto, todavia a vida segue, eu não sou a Alice no país das maravilhas e preciso trabalhar e continuar fazendo as funções do dia a dia. Não que eu me queixe da vida que levo (se bem que de vez em quando me dá uns ataques de pelanca, mas não passa disto...), muito pelo contrário, eu gosto de tudo que Deus me reserva para cada novo amanhecer e, quando as coisas não saem exatamente como eu gostaria, dou uma sacudida na poeira e começo tudo novamente, até conseguir o resultado que me agrade. E, neste vai é vem da lida diária nos deparamos com todo tipo de situação e de pessoas, o que sempre causa efeitos de todo tipo – às vezes sentimos muito amor, felicidade, prazer, alegria e satisfação por estar em contato com seres humanos bacanas e do bem. Porém, tem horas em que nem que usemos toda a nossa ‘rica’ educação (aquela que mamãe deu) dá pra evitar ter sentimentos menos nobres e aceitar determinados comportamentos, puramor!! Tá, eu sei que ‘assim como são os seres são as criaturas’, mas tem gente que é pakabá e que realmente nos tira do sério. Aí novamente usei esta minha ‘fraca ideia’ e concluí que não adianta, a gente vai morrer sim, e não vai ver tudo, e que isto não é de todo ruim, é até bem positivo! Imagem se antes da nossa partida (Deus defenda e proteja) já tivéssemos visto tudo, que graça teria acordar todas as manhãs? E se todos fossem 100% bananas e gostassem só do azul? E se todos fossem maus e não parassem para socorrer um cão atropelado que é abandonado na beira da rua para morrer? E se o sol brilhasse durante os 365 dias do ano, o que seria das lavouras e dos que adoram um friozinho que vem acompanhado de lareira, vinho e boa companhia? E se todos comessem sempre a mesma refeição, que chato e sem graça seria o paladar dos alimentos? Claro que não raras vezes nos estressamos com palhaçadas alheias e ‘tropeçamos’ em pessoas más de coração, o que é bom, pois aprendemos a não ser iguais a elas. Agora vamos admitir, este friozinho na barriga por não saber exatamente o que vamos ‘ver’ durante um dia inteiro é que nos move, não é? Comigo é assim... Coisa boa é não ter visto tudo e melhor será se tivermos a sorte de  vermos e vivermos sempre novas experiências e emoções, porque o aprendizado nos leva ao longe... Sobre morrer, melhor deixar nas mãos de Deus, e sobre ver tudo, basta abrir os olhos, ouvidos e o coração (principalmente), porque passar por esta existência é não ter medo de ver e sentir de tudo um pouco – mesmo que doa. Bjks, sorrisão no rosto e até semana que vem

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