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Te ?desarma? criatura!

Te ?desarma? criatura!

Olá meus amores, tudo bonzinho com vocês?! Espero que sim, pois tenho sentido tanta energia negativa no ar que me preocupa, sinceramente, com o rumo que as coisas podem tomar. O ‘negócio’ anda tão ‘violento’ que resolvi escrever sobre isto – sobre este sentimento de hostilidade que toma conta de algumas pessoas, transformando-as em verdadeiras ‘armas’ ambulantes. Quem de nós nunca presenciou uma cena triste de discussão no trânsito, de brigas por vagas de estacionamento, de ofensas indescritíveis dentro de supermercados, de farpas sendo trocadas nas redes sociais, enfim, me parece que hoje tudo é motivo para agressão (verbal ou física). Não entendo tanto ‘azedume’ de algumas pessoas, sendo que a maioria delas tem dois braços, duas pernas, ouvidos bons, olhos eficientes, paladar aguçado, olfato competente, enfim. A maioria de nós é privilegiada por existir, ter saúde, família, amigos, emprego (salário garantido no final do mês), cachorros gordinhos e amorosos, e um teto pra nos abrigar dos dias frios e chuvosos. Eu tenho certeza que muitos devem estar pensando: “E aí, isto é o mínimo necessário pra se viver e todo mundo tem”. Garanto pra vocês que nem todo mundo tem não, pois muitos, neste momento, lutam desesperadamente pela vida, enfrentando doenças terríveis, muitos estão desempregados e com o coração apertado por não ter condições de alimentar, satisfatoriamente, seus filhos. Isto sem falar nos que sofrem com a seca e passam fome neste País que não é tão ‘paradisíaco’ quanto alguns tentam fazer parecer. Será que enxergar os filhos ao acordar não tem valor? Pensem meus amores - só por este motivo já valeria comemorar a dádiva da vida, e da alegria que é estar neste mundão maravilhoso que Deus nos deu. Juro que não entendo os que fazem parte do grupo xexelento do ‘quanto pior melhor’, porque infelizmente tem sim, aqueles que torcem pra que tudo dê errado na vida dos outros, porque só assim a sua própria lhe parecerá melhor. As pessoas andam pelas ruas como se fossem seres que vivem isolados, não fazem questão nenhuma da cordialidade, não se cumprimentam, não se abraçam (mesmo quando conhecidas), não praticam a educação e economizam sorrisos, o que é uma pena, porque sorrisos alegram e harmonizam ambientes. Fico triste em ver que o desamor abre um espaço cada vez maior nas relações nem tão humanas, quanto já foram um dia. Outra impressão que tenho é que com o avanço das tecnologias o esfriamento das relações é ainda mais brutal e crescente (tenho bronca deste mundo virtual demais). Lamentável é constatar que os sentimentos bons estão perdendo lugar para os maus (rancor, inveja, ódio, mágoa, etc.) e isto não deveria acontecer, pois foi pra ‘amar uns aos outros’ que Deus nos criou. Dá tempo de mudar esta situação?? Claro que sim, basta que nos ‘desarmemos’ de tudo que é negativo (palavras e ações) e passemos a praticar a solidariedade, a empatia, o amor e, principalmente, o respeito ao próximo. Ser feliz é simples assim... Bjks no coração, força na peruca e vamo que vamo, porque carro parado na pega carreto!