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Em boca fechada não entra mosca

Em boca fechada não entra mosca

Olá meus amores, hoje o assunto é a palavra dita, isto mesmo, é sobre tudo o que dissemos e que poderia ter sido ‘guardado’ a sete chaves, para que não nos expuséssemos ao que é desnecessário, futuramente (decepções, frustrações e muitas outras ‘ões’ desagradáveis). Por que estou dizendo isto? Pelo simples fato de ter aprendido, depois de muitos ‘trancos’ que não se pode confiar todos os assuntos, principalmente os que dizem respeito a nossa vida, para pessoas que não sabemos se vão lidar bem com os fatos que contamos. Resumidinho é bem isto mesmo – em boca fechada não entra moscas. Ou pior, tudo o que falamos, um dia poderá ser usado contra nós (fato). Sei que alguns vão discordar (acho bacana, pois toda unanimidade é burra), mas parem pra pensar se não é verdade que mais cedo ou mais tarde acabamos nos decepcionando com pessoas que julgávamos serem de confiança? Às vezes falamos para desabafar e, no calor dos acontecimentos falamos tudo o que se passa no nosso coração e aí já era, porque palavra dita é palavra ouvida e guardada na memória. Vou dar um exemplo (bem dramático) para facilitar – uma mulher namora, noiva, casa e já está vivendo a algum tempo com o ‘criatura’, até aí blz. Mas, em um dia de desabafos conta para o marido amado que quando teve um relacionamento anterior, o cara batia nela. Pois bem, um certo dia o atual marido grita com a esposa que, obviamente reclama deste comportamento e o que acontece? Ele justifica dizendo que se ela apanhava antes, não custa ouvir uns ‘gritinhos’ agora. Fala sério?? A mais pura covardia ao se aproveitar de um momento de sofrimento da mulher. Nojento isto... Agora outro exemplo (menos dramático, mas não menos importante) – uma amiga confidencia a outra que surgiu uma oportunidade de trabalho, com salário excelente, horário bacana, mas em uma empresa que só tem uma vaga, e o que acontece? A ‘bunita’ vai lá e ‘rouba’ a vaga da amiga. Que tal? Baita amiga... É claro que não é em 100% dos casos que isto acontece, mas todas temos aquela amiga ‘fura olho’, isto é certo. E aí fica a pergunta: Em quem confiar? Para quem contar nossos segredos – dos mais íntimos ou menos pessoais? Minha dica – melhor NÃO CONTAR pra ninguém, pois esta a única certeza de que nossa vida não será compartilhada pelo ‘planeta’. Sei que em certas situações precisamos abrir o peito, falar para ‘esvaziar’ um assunto que nos machuca, mas, todo cuidado é pouco. A melhor saída nestes casos e procurar sua mãe ou algum familiar muito próximo e de confiança ou, quem sabe, aquela amiga (o) irmã (o) pela (o) qual botamos a mão no fogo – ainda assim, melhor falar só em último caso. Com isto não quero convencer ninguém a viver como uma ilha, até porque não é possível, contudo, se preservar é preciso e manter a boca fechada (sempre que possível) é a única forma de evitarmos aborrecimentos desnecessários. Este texto pode até parecer coisa de gente descrente no ser humano, mas não é, saibam que é apenas constatação de fatos já vividos e também, relatos baseados em experiências vividas por pessoas muito próximas a mim. Meu único interesse aqui é dividir o pouco do aprendizado de vida, sem nenhuma pretensão que vá além de ajudar, de alguma forma, as pessoas que fazem a leitura desta coluna. Então, olhos bem abertos, ouvidos atentos e boca fechada (o tanto quanto for possível, é claro). Bjks no coração, sorrisão no rosto, força na peruca e vamo que vamo, porque carro parado não pega carreto.